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Fl. ii
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Advertências de Navegantes por o capitão Marcos Cerveira de Aguilar natural
desta cidade de ... e vizinho de Setúbal
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Contem o seguinte
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Uma prática (por conversação) entre um capitão pouco experimentado
no mar, e sua milícia; e um soldado de muita experiência de ... sobre as obrigações
de capitães de mar e ... delas. E algumas de oficiais nele e seus cargos.
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E se trata brevemente da artilharia com que se deve armar um galeão e como
se concertará para pelejar.
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Como se armará uma nau de guerra no estaleiro, com algumas medidas para sair
bem proporcionada, e alguns nomes de partes e membros de sua fábrica; com as medidas dos mastros, vergas,
mastaréus e velas em perfeição.
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Como se aparelhará uma nau para navegar desde a sua enxárcia, modo dela,
e como serve.
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Como se compõe uma agulha de marear e qual era a antiga.
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Como se tomará o Sol com o astrolábio e se farão as suas contas
e se carteará com facilidade.
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Declaração das barras e portos de mar da nossa costa de Portugal, do
Cabo de São Vicente até ao de Finisterra, e do mesmo Cabo de São Vicente até Cádis,
Gibraltar, e entrada do estreito até Cartagena de levante.
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Uma breve prática e suma de esquadrões com a tábua de raízes
quadras, para com muita brevidade o sargento-mor que não for bom contador as poder achar até número
mais de
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Fl. iii
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Dedicatória a D. José de Meneses do Conselho de Guerra de Sua Majestade
e Governador da fortaleza de São Gião.
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Fl. iv
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Ao leitor
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Fl. 1
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Diálogos entre locutores, um capitão e um soldado.
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Fl. 2v
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Menciona o 'o dia 1 de Dezembro do presente ano de 1640'.
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Fl. 9
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Capítulo 2º em que se contem a distinção de capitães
de mar e guerra, e outras coisas a este propósito.
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Fl. 11
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Capítulo 3º que trata do procedimento diferente que temos no mar ao do
..
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Fl. 13
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Capítulo 4º das obrigações dos capitães de mar e
outras coisas.
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Fl. 15v
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Capítulo 5º como se artilhará um galeão ou nau para a guerra.
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Fl. 18v
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Capítulo 6º em que se declara a variedade de artilharia e se tem reduzida
a três géneros.
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Fl. 22
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Capítulo 7º em que se procede com o ... da artilharia.
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Fl. 23
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Figura 1
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Fl. 25v
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Capítulo 8º em que se ordena um aparelho para as ... das peças
e outras coisas.
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Fl. 26
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Figura 2
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Fl. 27
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Capítulo 9º
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Fl. 28v
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Capítulo 10º da terceira ... que é a infantaria na guerra do mar.
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Fl. 31
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Capítulo 11º em que se trata de algumas obrigações dos cargos
necessários para a guerra no mar.
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Fl. 36
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Capítulo 12º em que se prossegue as obrigações dos mais
oficiais de guerra no mar.
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Fl. 41v
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Capítulo 13º em que se trata do quanto importa a vigia na guerra do mar.
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Fl. 48
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Capítulo 14º em que se da princípio ao aparelho de uma nau para
navegar com demonstração de muitas peças.
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Fl. 48v
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Figura 3
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Fl. 49v
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Figura 4
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Fl. 51v
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Capítulo 15º da fabrica dos mastros de pecas e de da principio a aparelhar
uma nau de sua enxárcia.
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Fl. 52v
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Figura 5
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Fl. 53
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Figura 6
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Fl. 54
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Figura 7
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Fl. 54v
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Figura 8
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Fl. 55
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Figura 9
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Fl. 55v
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Figura 10
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Fl. 56
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Figura 11
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Fl. 56v
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Figura 12
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Fl. 57
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Figura 13
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Fl. 57v
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Figura 14
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Fl. 58
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Figura 15
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Fl. 59
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Figura 16
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Fl. 59v
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Figura 17
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Fl. 61
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Figura 18
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Fl. 61v
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Figura 19
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Fl. 62v
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Figura 20
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Fl. 65v
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Capítulo 16º em que se prossegue na matéria e se trata das velas.
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Fl. 67
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Figura 21
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Fl. 70
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Capítulo 17º em que se continua a matéria e se trata dos modos
de laborar as ostagas.
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Fl. 74v
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Capítulo 18º em que se ... ... alguns lugares e partes de uma nau para
por seus nomes serem conhecidos.
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Fl. 81
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Capítulo 19º em que se da principio as fabricas de naus e se tratam outras
coisas.
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Fl. 85
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Capítulo 20º em que se continua o capítulo atrás na relação
da fábrica de naus.
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Fl. 89v
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Capítulo 21º da ordem que se tem em fabricarem-se naus para a guerra.
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Fl. 91
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Figura 22
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Fl. 96v
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Capítulo 22º em que se procede na fábrica de naus e como as de
Portugal se avantajam a todas.
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Fl. 99
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Capítulo 23º da ordem que se deve ter na saída do porto e se começa
a aparelhar a nau para a peleja.
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Fl. 109v
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Capítulo 24º em que se continua o mesmo apresto para pelejar.
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Fl.112
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Capítulo 25º
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Fl. 117
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Capítulo 26º
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Fl. 121
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Capítulo 27º da fabrica da agulha náutica.
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Fl. 125v
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Capítulo 28º em que se trata da agulha que era de 12 rumos somente e seus
nomes.
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Fl. 127v
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Da agulha de marear moderna de que usamos.
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Fl. 132
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Capítulo 29º em que se continua a mesma prática com outras coisas.
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Fl. 135v
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Capítulo 30º em que se declaram as quatro ...
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Fl. 143
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Capítulo 31º em que se mostram os modos de cartear.
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Fl. 150
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Capítulo 32º em que se da notícia das barras e portos da nossa
costa do cabo de São Vicente até o de Finisterra.
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Fl. 155v
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Capítulo 33º em que se procede nas barras do cabo de São Vicente
até Cádis.
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Fl. 158v
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Capítulo 34º em que se procede a mesma declaração de Cádis
até Cartagena de Levante e se da fim.
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Fl. 164
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Capítulo 35º em que se mostra com facilidade tirar raiz quadrada com declaração
de alguns ...
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Fl. 172v
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Fim.
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